Designers X Clientes


 Vida de designer e ilustrador não é fácil, muitos já sofreram a falta de valorização do nosso trabalho por parte dos clientes. Propostas absurdas e desculpas ouvidas quase que constantemente em nosso ramo…

Mas por que isso ocorre somente com o design? Por que não em outras profissões, como o cabeleireiro, ou o dentista?

 Esse post relata algumas das situações mais comuns que ocorrem com os designers ao negociar um trabalho. Não se deixe enrolar!

 Abaixo segue um vídeo muito interessante que mostra algumas destas situações, mas em outras profissões e lógico que é incabível!

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”
Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.

2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final”
Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

Essa é u3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros”
ma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos: “Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta”
Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois”
Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”
Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”
Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!

8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX “
Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”
Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”
Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora!

Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes.

Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!

O que é “Dezáime”?


Estava navegando na net procurando coisas interessantes quando me deparei com esta matéria. O vídeo acadêmico é um pouco antigo, mas podemos observar como algumas coisas não mudam ou simplesmente demoram mais que deveriam.  Ele mostra a visão popular sobre perguntas como “o que é Design” e “qual sua importância”. Todos os depoimentos são verdadeiros, mas os nomes são fictícios.

Podemos rir ou chorar…..

Link da matéria: www.ifd.com.br

Texturas Grátis em alta resolução


Para os amantes do Photoshop esta é uma ótima opção. No site é possível escolher as texturas por categorias como madeira ,papel, rochas, tinta etc

Aqui>> Zen textures

Pra quem ainda não sabe onde raios colocar os arquivos baixados, aqui vai a dica>> C:\Arquivos de programas\Adobe\Adobe Photoshop CS2\Presets\Textures. Copie os arquivos baixados e cole lá, mas faça com o programa fechado senão ele não atualiza!

Conceitos de design: função, letras, cores e formas


Não sabe bem o que é design, mas tem simpatia? Leia para ter uma compreensão mais clara da função do design e um roteiro para iniciar estudos. Se entendeu e empolgou, é isso mesmo.

Por Agni

Design é uma palavra da moda, usada uma porção de coisas, que nem sempre tem relação com design. Aparece em capas de revista, temas de palestras, cursos e campanhas publicitárias. As várias interpretações e o pouco esclarecimento sobre a real função do design geram confusão e atrapalham o processo de criação.

Tio, o que é design?

Design refere-se ao projeto visual e funcional de um produto. É adaptar um produto à necessidade dos seus usuários, cativar o seu uso através da estética, aplicar conceitos e usabilidade à sua forma.

Alguns profissionais, empresas, cursos, matérias de revistas e conversas de botequim associam o design à produção de imagens ou manipulação de um software específico.

No entanto, os softwares são apenas ferramentas e não garantem a qualidade do projeto. Nenhum software deve ser encarado como uma solução pronta. Existem diversos programas com funções similares e a escolha sobre qual utilizar é de cada um. A definição do que é design vai muito além do Photoshop.

O design é uma área projetual. É responsável por gerar desempenho, qualidade, durabilidade e aparência a um produto. Cada trabalho a ser realizado exige planejamento, pesquisa, criatividade e técnica. Ao contrário do que muitos pensam, a função do design não está vinculada pura e simplesmente à produção de imagens.

A função do design, além da estética, é tornar um produto funcional. É transformar informação em comunicação

Na produção de um website (assim como em outros produtos) deve-se elaborar um projeto coerente, que forneça soluções eficientes e eficazes em usabilidade, desempenho e comunicação, focadas nas necessidades do público alvo. Não é apenas um trabalho criativo, mas também de planejamento e de pesquisa. Produzir um website inevitavelmente exige “pensar”.

Portanto, além da manipulação de softwares, existem alguns métodos de planejamento e pesquisa que se deve conhecer. Além ainda de conhecimentos conceituais sobre como trabalhar a pregnância da forma.

Tio, por onde começar o projeto?

Inicialmente, devem ser coletadas e organizadas as informações para o projeto. Utilizar elementos dentro de qualquer peça gráfica sem um estudo do caso é um equívoco que compromete a comunicação e a funcionalidade.

Há que se levar em consideração fatores como o objetivo do projeto, o produto a ser divulgado, o público alvo (sexo, idade, cultura, classe social, etc), identidade visual, motivações etc. Para realizar tal estudo do caso, nada melhor do que ter em mãos um briefing bem elaborado. (Seguem dois Modelos de Briefing)

O ideal para a elaboração desse documento é reunir-se com o cliente, tirando suas dúvidas, esclarecendo detalhes e orientando-o sobre conceitos e tecnologias. Quando esse processo de elaboração não é possível de se realizar com o cliente, pode-se enviar a ele um documento com perguntas a serem respondidas, o que nem sempre é satisfatório.

É possível encontrar vários modelos e exemplos de briefing na web, dando uma noção de como esse documento deve ser feito. No entanto o ideal é não seguir um modelo, e sim elaborá-lo sempre de acordo com a necessidade do projeto.

Após a análise do briefing e com as devidas pesquisas feitas, o próximo passo é a arquitetura da informação. Como organizar a estrutura da interface e a distribuição das informações em categorias, além de priorizar a comunicação de informações mais relevantes. O documento apropriado para especificar a ordem e o posicionamento dos elementos que vão compor a página é o wireframe. Através de uma forma esquemática, ele representa a distribuição e a hierarquia das informações a serem comunicadas.

A partir dos posicionamentos do wireframe é que se constrói o layout.

Cada elemento do layout deve ter uma função

Uma vez que uma das funções do design é transformar informação em comunicação, nenhum elemento dentro do layout deve estar lá sem comunicar algo.

Elementos desnecessários podem confundir, poluir e dificultar o acesso e o entendimento das informações. Para um bom trabalho, é necessário fazer um estudo de conceitos visuais e de comunicação e saber porque usar determinadas cores, fontes e formas, em função da imagem e das sensações que esses elementos transmitem ao usuário.

As cores têm poder de comunicação bem maior do que se imagina. É importante saber trabalhar com a psicodinâmica das cores, para que elas transmitam a imagem e as sensações orientadas no briefing. Cada cor transmite informações, sensações e emoções diferentes. Uma boa introdução neste assunto é encontrada no site Color in Motion (sensacional!!), que por meio de uma animação, dá exemplos de sensações e emoções que cada cor pode representar.

Para elaborar a paleta de cores de um site, é importante saber como trabalhar as combinações cromáticas. Por mais que se saiba que cores transmitem as sensações desejadas, é essencial saber combiná-las. Nesta tarefa é essencial ter em mãos um círculo cromático.

Uma ótima ferramenta que pode nos auxiliar na elaboração de uma paleta de cores é encontrada no endereço kuler.adobe.com.

Toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras

Outro fato que se deve ter em mente é que toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras. Sendo assim, é importante ter um bom conhecimento de como trabalhar com a Tipografia.

Para comunicar uma idéia deve-se trabalhar com fontes que priorizem a legibilidade e que tenham relação com o contexto do projeto. Deve-se saber, por exemplo, que fontes com serifas não são indicadas para textos na web, pois a baixa resolução dos monitores faz com que as serifas se sobreponham, o que dificulta a leitura. Porém, em títulos elas podem ter um bom resultado decorativo. Fontes sem serifa conseguem obter melhor leitura no monitor, principalmente se trabalhadas com um bom entrelinhamento.

Existem diversas famílias tipográficas, cada qual com uma aplicação especifica, de acordo com o contexto. Saber escolher bem as fontes a serem usadas é um ponto importante na comunicação.

Outro fator que auxiliará na pregnância da forma é a aplicação das leis da Gestalt em nosso projeto. Segundo a Wikipédia, Gestalt é um termo intraduzível do alemão, utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma.

Aprendendo a analisar as manifestações visuais e objetos ao redor, compreendemos melhor porque algumas formas agradam e outras não (e assim podemos trabalhar esses fatores em nossos projetos). O estudo da Gestalt compreende a “integração das partes em oposição à soma do todo: estrutura, figura e forma”. Leis da Gestalt (como unificação e segregação, fechamento, boa continuidade, proximidade e semelhança) ajudam a orientar o processo de criação e obter resultados satisfatórios.

Uma boa referência de estudo sobre o assunto é o livro Gestalt do Objeto: Leitura Visual da Forma, do professor João Gomes Filho.

Os processos e conceitos necessários para se tornar um designer não se encerram aqui. Outros conhecimentos, como semiótica, antropologia, arte, técnicas de composição e a busca de boas influências são essenciais na formação de um profissional. Porém, a partir daqui pode-se ter uma compreensão mais clara do que é design e uma direção para iniciar os estudos. [Webinsider]

Conteúdo retirado da aula “Conceitos de Design – Letras, Cores e Formas”, ministrada aos alunos do Curso de Web Design Developer, do módulo de Projeto, em 31/08/2007, na Microcamp Internacional – São Bernardo.

Revista Photoshop Creative


Muitos já devem conhecer a Revista Photoshop Creative. É a única revista brasileira focada inteiramente no Adobe Photoshop. Oferece conteúdo de altíssima qualidade para leitores criativos que buscam novos conhecimentos ou aperfeiçoamento. Além de tutoriais sobre edição de imagens, a revista também traz guias práticos, avaliações detalhadas de equipamentos e mostra de forma leve a melhor maneira de utilizar os recursos do programa. Conteúdo inspirador e útil para aspirantes, profissionais e entusiastas de design e é de fácil entendimento. Vale a pena conferir!

 

Esta é a edição nº 09. Quem estiver interessado deixa um comentário e e-mail que eu envio as edições digitais de 1 a 12   =)

 

Revista Photoshop Creative Brasil
Edição n. 09
Nº de páginas: 99
Tamanho: 32 MB
Formato: PDF

Destaques
Entrevista com House of Aces
Retratos perfeitos
Dúvidas: P&R

Tutoriais
Panoramas | arquivos
Ferramenta Smudge
Técnicas de montagem fotográfica
Faça uma imagem de fundo para o Twitter
Transforme fotos em grafite
A ferramenta Lasso
Content Aware Scaling
Máscaras vetoriais

Resenhas
Canon PowerShot SX200 IS
AKVIS MultiBrush v4.0
OnOne PhotoTools 2

Advanced Photoshop
Motion Graphics
Efeitos de luz de fantasia
Crie uma pintura de cenário
Para pintar melhor
Referências fotográficas

Apenas pérolas cotidianas…


Nas minhas andanças virtuais descobri o “Piores briefings do mundo”  que vai fazer muitos se identificarem com ele…. Apenas pérolas do dia-adia que muitos designers tem de aguentar. Morri de rir…

 Seguem algumas…

 Web Flyer

“Essa está quentinha! Acabou de acontecer comigo (para minha tristeza).

Sou de empresa que desenvolve sites e sistemas e hoje, a atendimento de uma agência parceira, me chamou para uma reunião com a seguinte informação:

Atendimento: O cliente xxxx quer uma proposta para o site institucional dele.
Eu: Mas já fiz essa proposta ano passado!
Atendimento: Sim, mas ele achou caro e quer algo mais simples.
Eu: Ok, mas … mais simples como?
Atendimento: Ele disse que as pessoas da cidade dele não acessam a internet, então ele quer um site com uma página só, a home.
Eu: Site com uma página só? Isso é absurdo, e vai ficar muito tosco!
Atendimento: Eu sei, mas o cliente quer. A propósito, nessa página deve ter umas fotos, uns textos e o telefone de contato. Não é necessário nada além disso.

Na hora eu até pensei em surtar, cortar os pulsos ou agredir fisicamente aquele “ser”, mas diante do absurdo percebi que não iria adiantar.

A “linda proposta” está quase pronta.

Enquanto isso na gráfica rápida…

“Trabalho em uma gráfica rápida… ou seja os clientes acham que o serviço tem que estar pronto em segundos…

Cliente: Boa tarde! Preciso de 100 cartões de visitas urgente
Eu: Compreendo! Você tem a arte do cartão?
Cliente: Não, não tenho, mas tenho meu logo aqui
Eu: hum…
Cliente: Você coloca o logo em um lado, e meu nome e telefone do outro!
Eu: ok! Seu logo ta em .cdr?
Cliente: CD o que?? Bom estou com ele aqui, deixa eu pegar pra vc ver!
Eu: “ai Jesus!…”

Retira da pasta uma revista regional, abre em uma das páginas, e aponta na revista

Cliente: bom este é o meu logo
Eu: “ai Jesus” (outra vez). Bem, você tem esse logo em arquivo? Pen drive? CD? Disqueetteee?? (por incrível que pareça, ainda tenho clientes que trazem arquivos em
disquete)
Cliente: Não, mas é só você escanear e colocar no cartão
Eu: “já nem aguento mais pensar ‘ai Jesus’…” Certo, você deixa a revista, eu vetorizo a logomarca, crio uns dois modelos de cartões e você escolhe e os retira amanhã, pode ser?
Cliente: COMO ASSIM AMANHÃ???? VOU PARA NÃO SEI AONDE DAQUI 1 HORA, preciso dos cartões em pelo menos 30 minutos…
Eu: Bom, não temos a logomarca, eu vou precisar vetorizá-la, redesenhá-la no computador entende… e assim montar a arte, para então imprimir e cortar…. NÃO É UM SERVIÇO DE MEIA HORA…
Cliente: Achei que vocês fossem uma gráfica rápida
Eu: “gráfica rápida sim, santa milagreira, ainda não”…

RESUMINDO: Escaneei o logo em .bmp (vcs já imaginam a boa qualidade do negócio), o cidadão encostou no meu balcão e ficou dando palpites por cerca de 15 min até então “a arte ficar pronta”, logo do lado esquerdo, nome e telefone escritos em “arial black” e “futura” do lado direito (escolha do cliente)… tamanho 24 que é pra ficar “bem legível” (repito, vcs já imaginam a boa qualidade do negócio).

Quem mandou pedir .CDR? Isso é pior que jogar pedra na cruz e tudo que é ruim acontece pra quem pede.

 E pensar que ainda existe…

 “Enviando uma arte para o fornecedor em Illustrator

Atendimento fornecedor: oi, recebi o arquivo, mas acho que vc mandou errado
Eu: errado? vc não pediu em vetor?
Atendimento fornecedor: isso, em vetor, preciso dele em vetor, vc mandou em illustrator.
Eu: mas é um vetor.
Atendimento fornecedor: então espera ai, vou falar com o mocinho da arte.

minutos depois…

Atendimento fornecedor: oi, então desculpe… não é em vetor… é em corel.

 O atendimento e o chiclete…

 Mais uma para a coleção dos atendimentos com suas escalas Pantone diferenciadas.

“Agência cria modelo de convite de casamento para um de seus clientes onde havia a caricatura dos noivos, floral, etc… O fundo do convite tinha um tom de marrom e os detalhes e letras estavam em dourado…

eis que chega a bendita alteração….

ATENDIMENTO: ficou muito bom, o cliente adorou a idéia das caricaturas e da faca de corte… vai ficar muito diferente… a única alteraração é nas cores do fundo do convite…
CRIATIVO: tranquilo.. isso é o de menos.. manda!
ATENDIMENTO: O cliente quer um degradê de rosa babaloo para rosa marisco…

Que diabos é rosa babaLoo e rosa marisco????

 Curtinha…

 … Porém GENIAL.

“Após mandar o layout de anúncio para um cliente, recebemos por e-mail a seguinte resposta, encaminhada pelo atendimento:

Cliente: Atendimento, favor alterar ‘plano’ para ‘PACOTES’. Em anexo, segue as fontes PRAXIS em arquivo do word, pois eles exigem que seja feito nesta fonte. No mais está ok. Favor alterar e enviar para aprovação.

Em anexo ao email, um arquivo do word, com o seguinte texto:

A – B – C – D – E – F – G ……….

 Jura?.

 “Sexta-Feira, 22 de Janeiro de 2010
Chego para trabalhar hoje de manhã e sou abordado logo cedo no msn”

Atendimento: “O estagiário já chegou?”
Eu: “Não, não chegou.”
Atendimento: “Acho que você pode me ajudar, então…”
Meu pensamento: Medo, muito medo.
Atendimento: “O Cliente ligou e me perguntou em qual software foi feito aquela Apresentação em Flash? Você Sabe?”
Eu: “Flash?”

Meu pensamento: entrando em curto circuito.

Eu: “Foi feito no Flash.”
Atendimento: “Apresentações no formato flash, são feitas no flash?”
Eu: “Sim.”

Meu pensamento: Booooooooooooooooooooom!!