Pixel-Show 2010


Um dos maiores eventos do país na área de design acontece em outubro

A organização do Pixel Show, um dos maiores eventos de design, arte, graffiti, moda e propaganda do país, anuncia que as inscrições para a edição 2010 já estão abertas.

Este ano, conforme divulgado pela organização, o evento conta com Bobby Chiu e Kei Acedera, concept artists do badalado filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton; Jason Manley, da Massive Black e os brasileiros Dimitre Lima, Indio San e Cisma, entre outros.

A sexta edição do Pixel Show acontece nos dias 16 e 17 de outubro, no Fecomercio, na capital paulista.

Como Ser um Designer Gráfico sem Vender sua Alma


Uma ótima dica!

 

 

 

 

 

 

autor: Adrian Shaughnessy
editora: Senac 

Sinopse:
Como Ser um Designer Gráfico sem Vender sua Alma aborda pontos, que não raro, são deixados de lado em livros sobre design gráfico: a busca por estágio e a forma de se comportar em entrevistas de emprego; as vantagens e os percalços no caminho de freelancer, as informações imprescindíveis na hora de estabelecer um estúdio – da escolha do local e do nome à busca por profissionais em harmonia com a filosofia da empresa; a prospecção de clientes e a difícil arte de relacionar-se com eles. A obra traz ainda entrevistas com renomados profissionais.

Infnet realiza concurso de design


Inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de junho

O Instituto Infnet, localizado no Rio de Janeiro (RJ), divulgou recentemente o lançamento do concurso Prêmio Design 2010. Segundo o instituto, o concurso é voltado para os alunos do Ensino Superior que estão cursando Design Gráfico ou Comunicação Social.www.infnet.edu.br/premiodesign2010 .

Para participar, é preciso criar uma ilustração com o tema Design e Tecnologia. Os participantes concorrerão a prêmios como um Macbook Air, cursos de Design de 40 horas no Instituto Infnet e livros de Design, entre outros. As inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de junho. Mais informações em

Instituto Infnet
www.infnet.edu.br

A distância, mas a todo vapor


Mais profissionais têm optado pelo trabalho remoto. Saiba como ser produtivo trabalhando em casa

Elisa Menezes0

Cansado dos engarrafamentos, do estresse e da falta de segurança no Rio de Janeiro, Carlos Ruchaud mudou de cidade e de vida quando criou seu home offi ce em Florianópolis, Santa Catarina, há cinco anos. “O home office traz benefícios a todos e melhora a produtividade”, diz o diretor médico da Genzyme do Brasil, farmacêutica cuja sede fica em São Paulo, mas que conta com funcionários trabalhando remotamente em Santa Catarina e Minas Gerais. Histórias como a de Carlos estão se tornando mais comuns. Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Teletrabalho, o número de profissionais trabalhando de casa cresce 10% ao ano. O trabalho remoto é uma alternativa cada vez mais procurada por quem não tem a obrigatoriedade de estar no escritório, por mães de recém-nascidos e autônomos interessados em baixar seu custo fixo. Veja como ser produtivo trabalhando em casa.

1 – Família, família, negócios à parte
Quem opta pelo home offi ce tem de conscientizar a família de que não está disponível durante o expediente. No início, Carlos, da Genzyme, fez questão de que até a esposa usasse o telefone para falar com ele. A estratégia de Moacyr Queirolo Filho, gerente de relacionamento comercial da Research In Motion (RIM), fabricante do Black- Berry, para educar os dois filhos foi usar um boné da empresa para indicar que estava trabalhando. “Quando eu tirava o boné eles pulavam em mim.”

2 – Delimite seu espaço de trabalho
“Se a pessoa não tem um espaço para fazer o escritório, orientamos que delimite um lugar e avise à família que aquele é seu canto de trabalho”, diz Fabio Filho, gerente de desenvolvimento de negócios para a América Latina da Canonical, distribuidora do sistema operacional Ubuntu, com mais de 80% do pessoal trabalhando em casa. “Se for necessário dividir o espaço, estipule horários e evite que o escritório esteja próximo a distrações como home theater”, diz Eliana Tameirão, diretora de relações corporativas da Genzyme, que trabalha em home office há dois anos, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

3 – Organize seus e-mails
“Quem trabalha com tecnologia pode receber até 1 000 e-mails por dia. O que eu faço é marcar as mensagens com cores diferentes (particulares, colegas, diretorias nacional e internacional). Assim fica fácil de selecionar e priorizar a leitura”, diz Fabio Filho, que afirma ser necessário ter um “espírito empreendedor” para conseguir trabalhar remotamente.

4 – Use a tecnologia a seu favor
O essencial para quem trabalha em casa é dispor de serviço de internet de banda larga e de uma rede de telefonia eficiente. Ambos os serviços, internet e e-mail, mantêm em sintonia uma equipe que não divide o mesmo espaço. Impressora, scanner, celular, smartphone e até mesmo uma linha de telefone fixo exclusiva para usar durante o período de trabalho ajudam a separar a vida pessoal da profissional.

5 – Não leve o estresse do trabalho para casa
Já que você não terá de se deslocar até o escritório, aproveite as horas a mais dormindo ou acordando mais cedo para fazer exercícios, ler jornal ou conversar com a família. “O profissional pode, às vezes, ‘mover’ seu escritório para o restaurante de um shopping, para arejar a cabeça ou dar umas ‘férias’ para as pessoas da casa”, diz Moacyr, gerente da ResearchIn Motion.

6 – Crie uma rotina diária
A flexibilidade de horário é uma faca de dois gumes, diz Moacyr Queirolo Filho, gerente de relacionamento comercial da Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry: “A vantagem é que você pode conciliar sua atividade profissional com a vida pessoal. A desvantagem é o profissional começar a trabalhar às 7h e ir até as 22h, sem fazer pausas”. A solução é estipular uma rotina diária, com horário para começar e encerrar o expediente. Moacyr aconselha ainda que o profissional vista algo confortável, porém “não vinculado ao descanso”. Ou seja, nada de pijama.

Matéria retirada de  http://vocesa.abril.com.br

Photoshop CS5


Todos já ouviram falar do novo Photoshop CS5 né? Pelo menos os amantes desse programa milagroso de edição de imagens. Pois bem, essa nova versão está com ferramentas inacreditáveis e não vejo a hora de ter o meu CS5. Posto aqui um vídeo da ferramenta que mais me chamou atenção, pois vai facilitar muito meu trabalho: Spot Healing and Fill Tool

Ah, quem já tem a versão, por favor socialize! Please!

E quando o cliente diz “Não gostei”?


Dez entre dez webdesigners se tremem ao ouvir do cliente aquela pequena frase, bem negativa: não gostei. Quem aqui gosta de ouvir isso? Acho que ninguém, não é mesmo? Nem os novatos, nem os experientes.

Não é fácil trabalhar com gostos, isso é verdade, mas o que explica uns gostarem de Yakisoba e outros não? Alguns sentem gosto nos sanduíches do McDonalds, enquanto outros afirmam só sentir gosto de plástico e isopor. Um dia uma aluna minha colocou toda sua indignação pra fora dizendo o quanto o vermelho do site G1 era terrível, mas ela mostrou o motivo, defendendo sua idéia de que o vermelho não é o mais apropriado para um site de notícias. Pelo menos ela falou com conhecimento — já que além de webdesigner era psicóloga e sabia muito bem a teoria das cores de cór e salteado.

Agora imaginem vocês lidar com o gosto do cliente, aquele que contrata você por não saber bulufas sobre cores, design, formas, muito menos de comunicação visual.Você cria o layout do site, apresenta ao cliente e ele diz: não gostei. E agora? O cliente é culpado por não gostar? “Poxa, mas o layout estava tão legal, bonito, o melhor que já fiz na vida, tentei defender de todas as formas, mas ele quis mudar a cor do layout de cinza para violeta, mesmo sendo uma siderurgia. O cara faz aço, ferro, o que tem a ver violeta com isso?”

Na maioria das vezes é questão de gosto. Dizem que gosto não se discute, mas na nossa profissão, gosto deve ser discutido sim.

“Mas, e quando o gosto do cliente não é tão gostoso assim?”

Bem, aí existem algumas ações que você pode tomar para evitar isso.

1. Briefing: este momento é importantíssimo. O briefing não deve se resumir a um simples questionário aplicado em forma de entrevista. Você deve conversar com seu cliente assim como conversa com um amigo. Aborde temas fora do assunto internet, pergunte sobre a empresa, o que ela faz, mas também pergunte ao cliente as cores que ele gosta, que estilo ele prefere e deixe o papo fluir. É importante que você saiba que o briefing vai além da simples entrevista. É quase que um trabalho sensorial. Você deve perceber como o cliente vê o mundo a sua volta, se a vida dele vai
bem, se ele está satisfeito com seu momento atual. Parece complicado, mas aposto que você já botou esse seu lado sensorial em prática muitas vezes.

Por exemplo, numa festa você conhece uma pessoa pela primeira vez. Algum amigo apresenta e essa pessoa senta na mesma mesa que vocês. Um dos dois puxa conversa e em alguns minutos você já está sabendo o que a pessoa gosta de fazer, o que ela faz, se ela é simpática, bem humorada,
satisfeita ou insatisfeita, chata e negativa.

Esse mesmo trabalho de análise deve ser feito na primeira entrevista com o cliente. Isso pode evitar momentos desagradáveis.

Um amigo meu me contou uma história que aconteceu com outro amigo dele, publicitário. Este publicitário foi apresentar a campanha impressa para o cliente, mostrou o anúncio de revista num telão para o dono da empresa e os sócios. A peça mostrava uma moto em alta velocidade. O dono da empresa saiu da sala chorando e mandou tirar o anúncio. Na hora esse publicitário não entendeu o motivo de tal atitude. Logo depois ficou sabendo: o filho do cliente tinha falecido dias antes. A causa da morte foi acidente de moto.

Talvez, numa conversa com o cliente ou conversando com os próprios funcionários, seria possível saber disso antes de criar a peça. Isso mostra o quanto é fundamental essa primeira fase do projeto e como o briefing vai além das simples perguntinhas do questionário.

2. Tenha argumentos para defender seu layout. Não adianta dizer para o cliente: “Senhor, o layout está bom, está bonito!”. O cliente pergunta: “Porquê?”. E você responde: “Porquê eu acho bonito, lindo, é o melhor layout que já fiz. E todos meus amigos também acharam”.

Achismos. Isso mostra total insegurança do profissional. Você deve ter argumentos convincentes para defender o seu layout. Dizer que usou tal forma pois isso nos leva a isso e aquilo, fazendo uma alusão a tal coisa. Explique o significado da cor escolhida relatando os estudos feitos em relação a cor dentro dos estudos da psicologia das cores. Mostre que o uso do quadrado junto com o retângulo corresponde a determinada lei da gestalt, isso mostra que você tem conhecimento do assunto, se mostra um especialista e passa segurança para o cliente.

É o mesmo que o mecânico. Você não entende nada de mecânica, mas quando ele chega dizendo que a solução está na rebinboca da parafuseta, vai de encontro a essa estranha peça e corrige o problema em minutos, você passa a ter segurança no que esse mecânico diz.

Se você chega num consultório médico e o doutor disser para você que a sua doença é uma virose e receita um simples paracetamol para você tomar, não bate uma desconfiança em você? Pensamos assim: “Poxa, é muito fácil esse doutor dizer que é uma virose. Claro, simples pra ele, assim ele me dispensa e atende outro”.

Agora quando o médico faz uma bateria de exames e descobre que sua virose se trata da Paramyxovirus e ainda explica a você que “é um grupo de vírus envelopados com genoma de RNA simples de sentido negativo (é a cópia que é usada para a síntese proteica) e que sua transmissão é por gotas expelidas em espirros ou tosse”, me diga, você não sente uma segurança muito maior, chegando a pensar “Pooooxa… esse doutor sabe mesmo. O outro lá só disse que era uma virose, esse não, disse o nome da virose e ainda me disse como eu devo ter pegado isso”.

Nesse caso você é o doutor. Você detém o conhecimento, por isso explique ao cliente o motivo de todos os elemento utilizados no layout, desde as cores usadas, até as imagens e formas. O cliente irá confiar mais em você, sentirá credibilidade no que diz e poderá até deixar os seus gostos pessoais duvidosos de lado.

3. Muitas vezes o cliente tem razão. O seu trabalho não ficou bom. Por isso nunca saia achando que o cliente não sabe de nada. Ele pode não saber nada de design, mas é um usuário comum como a maioria que irão acessar o site dele. Então a opinião do cliente é muito importante. Tente buscar com ele o melhor caminho. Um trabalho de criação como o de layout de sites necessita da participação do cliente nessa concepção, afinal, você está mexendo com a imagem da empresa e ele sabe muito bem como é o perfil dos clientes dele. Por isso considere a opinião do cliente muito importante. Quantas vezes o cliente disse para mim “não gostei” e isso acabou num resultado ainda melhor do meu trabalho?

4. E quando o cliente diz não gostei e pronto? Aí a coisa complica. Você deve deixar claro que é necessário a participação dele nesse projeto. Ao dizer “não gostei” ele precisa dizer o que não lhe agradou. Somente assim você poderá seguir o melhor caminho, fazendo as alterações necessárias para chegar na expectativa do cliente.

5. Cuidado com o cliente que diz: “faça do jeito que você achar melhor, não quero atrapalhar sua criatividade”. É verdade que clientes que “ditam” o trabalho para você acabam dificultando o trabalho, mas os que deixam muito solto também. O fato é que todos os clientes esperam alguma coisa de você, sempre tem algo em mente. O problema é que alguns não sabem expressar isso. Cabe a você tentar descobrir através do briefing e dizer ao cliente que isso não atrapalha a criatividade mas só vem auxiliar você na criação do layout afim de atender as expectativas dele.

Então pessoal, na próxima vez que ouvir um “Não gostei”, não se assustem. É normal. Acontece nas melhores famílias.

Autor: Bruno Ávila

Esta dica eu peguei do blog http://ifd.com.br/blog/