Texturas Grátis em alta resolução


Para os amantes do Photoshop esta é uma ótima opção. No site é possível escolher as texturas por categorias como madeira ,papel, rochas, tinta etc

Aqui>> Zen textures

Pra quem ainda não sabe onde raios colocar os arquivos baixados, aqui vai a dica>> C:\Arquivos de programas\Adobe\Adobe Photoshop CS2\Presets\Textures. Copie os arquivos baixados e cole lá, mas faça com o programa fechado senão ele não atualiza!

Perfil: Cynthia Lou


Chocolates, biscoitos, sorvetes, bolos e fotografia são as coisas que mais fazem essa jovem feliz. Ela nasceu em Boston (EUA), mas hoje mora em Seattle.

Sua paixão pela área da fotografia surgiu na faculdade, onde conheceu seu namorado e companheiro de trabalho, Marcos Tsang. Trabalham juntos há mais de três anos na agência de fotografia e filmagem Magic Touch, em Seattle.

Seu estilo é muito delicado e cheio de sensações, as cores pastéis que ela usa ajudam muito nisso. Muitas fotos fazem parte de estórias que ela cria na cabeça dela e acaba produzindo a cena, outras saem de um cenário bonito e todas as fotos são feitas inteiramente por ela, desde a produção até os retoques e os elementos que coloca no Photoshop

Todo o seu portfólio é feito de momentos especiais e únicos. Cada foto é um momento especial no tempo, diz ela. Todo o meu processo de trabalho, desde a captura da imagem até a edição, gira em torno da criação de uma fotografia que é única, criativa e verdadeiramente envolvente.

 

 

Fonte: Dihitt

 Veja mais da Cynthia:
Flickr
Ets

Artchive – Galeria de arte online


 

Neste site você escolhe o período ou o artista, vê suas obras e pode posteriormente comprar cartazes, calendários, etc. Basicamente são pinturas, mas também é possível encontrar algumas esculturas. Para os amantes da arte é um prato cheio 🙂

Bieres de la Meuse (Art Nouveau)

Bieres de la Meuse (Art Nouveau)

Acessem >> Artchive

Conceitos de design: função, letras, cores e formas


Não sabe bem o que é design, mas tem simpatia? Leia para ter uma compreensão mais clara da função do design e um roteiro para iniciar estudos. Se entendeu e empolgou, é isso mesmo.

Por Agni

Design é uma palavra da moda, usada uma porção de coisas, que nem sempre tem relação com design. Aparece em capas de revista, temas de palestras, cursos e campanhas publicitárias. As várias interpretações e o pouco esclarecimento sobre a real função do design geram confusão e atrapalham o processo de criação.

Tio, o que é design?

Design refere-se ao projeto visual e funcional de um produto. É adaptar um produto à necessidade dos seus usuários, cativar o seu uso através da estética, aplicar conceitos e usabilidade à sua forma.

Alguns profissionais, empresas, cursos, matérias de revistas e conversas de botequim associam o design à produção de imagens ou manipulação de um software específico.

No entanto, os softwares são apenas ferramentas e não garantem a qualidade do projeto. Nenhum software deve ser encarado como uma solução pronta. Existem diversos programas com funções similares e a escolha sobre qual utilizar é de cada um. A definição do que é design vai muito além do Photoshop.

O design é uma área projetual. É responsável por gerar desempenho, qualidade, durabilidade e aparência a um produto. Cada trabalho a ser realizado exige planejamento, pesquisa, criatividade e técnica. Ao contrário do que muitos pensam, a função do design não está vinculada pura e simplesmente à produção de imagens.

A função do design, além da estética, é tornar um produto funcional. É transformar informação em comunicação

Na produção de um website (assim como em outros produtos) deve-se elaborar um projeto coerente, que forneça soluções eficientes e eficazes em usabilidade, desempenho e comunicação, focadas nas necessidades do público alvo. Não é apenas um trabalho criativo, mas também de planejamento e de pesquisa. Produzir um website inevitavelmente exige “pensar”.

Portanto, além da manipulação de softwares, existem alguns métodos de planejamento e pesquisa que se deve conhecer. Além ainda de conhecimentos conceituais sobre como trabalhar a pregnância da forma.

Tio, por onde começar o projeto?

Inicialmente, devem ser coletadas e organizadas as informações para o projeto. Utilizar elementos dentro de qualquer peça gráfica sem um estudo do caso é um equívoco que compromete a comunicação e a funcionalidade.

Há que se levar em consideração fatores como o objetivo do projeto, o produto a ser divulgado, o público alvo (sexo, idade, cultura, classe social, etc), identidade visual, motivações etc. Para realizar tal estudo do caso, nada melhor do que ter em mãos um briefing bem elaborado. (Seguem dois Modelos de Briefing)

O ideal para a elaboração desse documento é reunir-se com o cliente, tirando suas dúvidas, esclarecendo detalhes e orientando-o sobre conceitos e tecnologias. Quando esse processo de elaboração não é possível de se realizar com o cliente, pode-se enviar a ele um documento com perguntas a serem respondidas, o que nem sempre é satisfatório.

É possível encontrar vários modelos e exemplos de briefing na web, dando uma noção de como esse documento deve ser feito. No entanto o ideal é não seguir um modelo, e sim elaborá-lo sempre de acordo com a necessidade do projeto.

Após a análise do briefing e com as devidas pesquisas feitas, o próximo passo é a arquitetura da informação. Como organizar a estrutura da interface e a distribuição das informações em categorias, além de priorizar a comunicação de informações mais relevantes. O documento apropriado para especificar a ordem e o posicionamento dos elementos que vão compor a página é o wireframe. Através de uma forma esquemática, ele representa a distribuição e a hierarquia das informações a serem comunicadas.

A partir dos posicionamentos do wireframe é que se constrói o layout.

Cada elemento do layout deve ter uma função

Uma vez que uma das funções do design é transformar informação em comunicação, nenhum elemento dentro do layout deve estar lá sem comunicar algo.

Elementos desnecessários podem confundir, poluir e dificultar o acesso e o entendimento das informações. Para um bom trabalho, é necessário fazer um estudo de conceitos visuais e de comunicação e saber porque usar determinadas cores, fontes e formas, em função da imagem e das sensações que esses elementos transmitem ao usuário.

As cores têm poder de comunicação bem maior do que se imagina. É importante saber trabalhar com a psicodinâmica das cores, para que elas transmitam a imagem e as sensações orientadas no briefing. Cada cor transmite informações, sensações e emoções diferentes. Uma boa introdução neste assunto é encontrada no site Color in Motion (sensacional!!), que por meio de uma animação, dá exemplos de sensações e emoções que cada cor pode representar.

Para elaborar a paleta de cores de um site, é importante saber como trabalhar as combinações cromáticas. Por mais que se saiba que cores transmitem as sensações desejadas, é essencial saber combiná-las. Nesta tarefa é essencial ter em mãos um círculo cromático.

Uma ótima ferramenta que pode nos auxiliar na elaboração de uma paleta de cores é encontrada no endereço kuler.adobe.com.

Toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras

Outro fato que se deve ter em mente é que toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras. Sendo assim, é importante ter um bom conhecimento de como trabalhar com a Tipografia.

Para comunicar uma idéia deve-se trabalhar com fontes que priorizem a legibilidade e que tenham relação com o contexto do projeto. Deve-se saber, por exemplo, que fontes com serifas não são indicadas para textos na web, pois a baixa resolução dos monitores faz com que as serifas se sobreponham, o que dificulta a leitura. Porém, em títulos elas podem ter um bom resultado decorativo. Fontes sem serifa conseguem obter melhor leitura no monitor, principalmente se trabalhadas com um bom entrelinhamento.

Existem diversas famílias tipográficas, cada qual com uma aplicação especifica, de acordo com o contexto. Saber escolher bem as fontes a serem usadas é um ponto importante na comunicação.

Outro fator que auxiliará na pregnância da forma é a aplicação das leis da Gestalt em nosso projeto. Segundo a Wikipédia, Gestalt é um termo intraduzível do alemão, utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma.

Aprendendo a analisar as manifestações visuais e objetos ao redor, compreendemos melhor porque algumas formas agradam e outras não (e assim podemos trabalhar esses fatores em nossos projetos). O estudo da Gestalt compreende a “integração das partes em oposição à soma do todo: estrutura, figura e forma”. Leis da Gestalt (como unificação e segregação, fechamento, boa continuidade, proximidade e semelhança) ajudam a orientar o processo de criação e obter resultados satisfatórios.

Uma boa referência de estudo sobre o assunto é o livro Gestalt do Objeto: Leitura Visual da Forma, do professor João Gomes Filho.

Os processos e conceitos necessários para se tornar um designer não se encerram aqui. Outros conhecimentos, como semiótica, antropologia, arte, técnicas de composição e a busca de boas influências são essenciais na formação de um profissional. Porém, a partir daqui pode-se ter uma compreensão mais clara do que é design e uma direção para iniciar os estudos. [Webinsider]

Conteúdo retirado da aula “Conceitos de Design – Letras, Cores e Formas”, ministrada aos alunos do Curso de Web Design Developer, do módulo de Projeto, em 31/08/2007, na Microcamp Internacional – São Bernardo.

Governos liberam acervos digitais de jornais e fotos


Alguns governos estão liberando acervos digitais de jornais e fotos.

O Estado de São Paulo disponibilizou 250 mil páginas de documentos, na maioria jornais do século XVIII a XX.

Martin Luther King em marcha pela luta dos direitos civis

O arquivo nacional dos EUA colocou parte de seu acervo fotográfico no Flickr, parte do projeto The Commons, que procura tornar público o acervo de diversas bibliotecas. E Tiago ainda apontou algo importante “Exemplos de como a digitalização e uma afrouxada nos direitos autorais podem ajudar a trazer à tona informações e documentos relevantes”.

 Matéria da revista ABC Design e você pode encontrar outras informações em Blog Tiago Doria

Revista Photoshop Creative


Muitos já devem conhecer a Revista Photoshop Creative. É a única revista brasileira focada inteiramente no Adobe Photoshop. Oferece conteúdo de altíssima qualidade para leitores criativos que buscam novos conhecimentos ou aperfeiçoamento. Além de tutoriais sobre edição de imagens, a revista também traz guias práticos, avaliações detalhadas de equipamentos e mostra de forma leve a melhor maneira de utilizar os recursos do programa. Conteúdo inspirador e útil para aspirantes, profissionais e entusiastas de design e é de fácil entendimento. Vale a pena conferir!

 

Esta é a edição nº 09. Quem estiver interessado deixa um comentário e e-mail que eu envio as edições digitais de 1 a 12   =)

 

Revista Photoshop Creative Brasil
Edição n. 09
Nº de páginas: 99
Tamanho: 32 MB
Formato: PDF

Destaques
Entrevista com House of Aces
Retratos perfeitos
Dúvidas: P&R

Tutoriais
Panoramas | arquivos
Ferramenta Smudge
Técnicas de montagem fotográfica
Faça uma imagem de fundo para o Twitter
Transforme fotos em grafite
A ferramenta Lasso
Content Aware Scaling
Máscaras vetoriais

Resenhas
Canon PowerShot SX200 IS
AKVIS MultiBrush v4.0
OnOne PhotoTools 2

Advanced Photoshop
Motion Graphics
Efeitos de luz de fantasia
Crie uma pintura de cenário
Para pintar melhor
Referências fotográficas

Chroma key


 Chroma key é uma técnica muito interessante. É engraçado (e até deprimente) saber que a maior parte do que vemos nos filmes não é real e isso não se aplica só a efeitos especiais e animação em 3D… cenários… simples cenários! LEmbra do filme “300”? Foi feito todo em estúdio!

Este vídeo eu encontrei no “Cesta de Vídeos de Sexta”. Muito legal! Quem quiser saber mais um pouco, também tem uma matéria no site “Efeitos Especiais”. Divirtam-se! 

O que é ?

É uma técnica de processamento de imagens cujo objetivo é eliminar o fundo de uma imagem para isolar os personagens ou objetos de interesse que posteriormente são combinados com uma outra imagem de fundo.

Aplicação

A parte principal é fotografada ou filmada contrastando em um fundo de apenas uma cor ou pequenas faixas de cores, normalmente azul ou verde. Quando o sinal cromático programado corresponde à(s) cor(es) do fundo, o sinal do fundo alternativo é colocado num sinal composto e transmitido, sobrepondo o fundo original. Quando o sinal cromático programado é diferente do fundo, esse é transmitido em sua forma orginal.

Exemplos

Num exemplo conhecido, previsões do tempo televisionadas, o apresentador é filmado em frente a uma parede ou superfície plana, pintada geralmente de verde ou azul. O fundo é removido eletronicamente, e reposto com o mapa do tempo no qual o apresentador aponta (vendo de relance por monitores fora da área de filmagem). O apresentador não pode estar vestido com nenhuma roupa de cor parecida com a do fundo, ou parte da roupa pode ser escondida junto com o fundo.

Há ainda muitos filmes que utilizam boa parte da técnica aplicada na chroma key. Os efeitos especiais com cabos, por exemplo, são feitos em um fundo azul ou verde, mas estes fundos servem apenas para aplicar a transparência em softwares especiais, onde ali pode-se colocar imagens ou animações em computador.

Sensibilidade às cores

A técnica de chroma key melhorou muito desde suas primeiras aplicações. Mas ela ainda é instável devido a mudanças na luminosidade do fundo, como sombras e reflexos. A parte mais difícil de usar o azul ou o verde são as sombras, porque em um pequeno trecho da tela a sombra pode escurecer o fundo, tornando aquela cor de fundo uma cor mais escura, portanto reconhecida como outra tonalidade, dificultando o software a reconhecer o fundo.

O azul é preferido para mapas do tempo e efeitos especiais de filmes porque é uma cor complementar a da pele humana e conseqüentemente é fácil de aplicar a chroma key. Porém, em muitos casos o verde é preferido porque câmeras digitais retêm mais detalhes no canal de cor verde e ele necessita de menos luz do que o azul. Embora essas cores sejam as mais utilizadas, atualmente pode-se usar qualquer cor. Ocasionalmente um fundo magenta pode ser usado.