Apenas pérolas cotidianas…


Nas minhas andanças virtuais descobri o “Piores briefings do mundo”  que vai fazer muitos se identificarem com ele…. Apenas pérolas do dia-adia que muitos designers tem de aguentar. Morri de rir…

 Seguem algumas…

 Web Flyer

“Essa está quentinha! Acabou de acontecer comigo (para minha tristeza).

Sou de empresa que desenvolve sites e sistemas e hoje, a atendimento de uma agência parceira, me chamou para uma reunião com a seguinte informação:

Atendimento: O cliente xxxx quer uma proposta para o site institucional dele.
Eu: Mas já fiz essa proposta ano passado!
Atendimento: Sim, mas ele achou caro e quer algo mais simples.
Eu: Ok, mas … mais simples como?
Atendimento: Ele disse que as pessoas da cidade dele não acessam a internet, então ele quer um site com uma página só, a home.
Eu: Site com uma página só? Isso é absurdo, e vai ficar muito tosco!
Atendimento: Eu sei, mas o cliente quer. A propósito, nessa página deve ter umas fotos, uns textos e o telefone de contato. Não é necessário nada além disso.

Na hora eu até pensei em surtar, cortar os pulsos ou agredir fisicamente aquele “ser”, mas diante do absurdo percebi que não iria adiantar.

A “linda proposta” está quase pronta.

Enquanto isso na gráfica rápida…

“Trabalho em uma gráfica rápida… ou seja os clientes acham que o serviço tem que estar pronto em segundos…

Cliente: Boa tarde! Preciso de 100 cartões de visitas urgente
Eu: Compreendo! Você tem a arte do cartão?
Cliente: Não, não tenho, mas tenho meu logo aqui
Eu: hum…
Cliente: Você coloca o logo em um lado, e meu nome e telefone do outro!
Eu: ok! Seu logo ta em .cdr?
Cliente: CD o que?? Bom estou com ele aqui, deixa eu pegar pra vc ver!
Eu: “ai Jesus!…”

Retira da pasta uma revista regional, abre em uma das páginas, e aponta na revista

Cliente: bom este é o meu logo
Eu: “ai Jesus” (outra vez). Bem, você tem esse logo em arquivo? Pen drive? CD? Disqueetteee?? (por incrível que pareça, ainda tenho clientes que trazem arquivos em
disquete)
Cliente: Não, mas é só você escanear e colocar no cartão
Eu: “já nem aguento mais pensar ‘ai Jesus’…” Certo, você deixa a revista, eu vetorizo a logomarca, crio uns dois modelos de cartões e você escolhe e os retira amanhã, pode ser?
Cliente: COMO ASSIM AMANHÃ???? VOU PARA NÃO SEI AONDE DAQUI 1 HORA, preciso dos cartões em pelo menos 30 minutos…
Eu: Bom, não temos a logomarca, eu vou precisar vetorizá-la, redesenhá-la no computador entende… e assim montar a arte, para então imprimir e cortar…. NÃO É UM SERVIÇO DE MEIA HORA…
Cliente: Achei que vocês fossem uma gráfica rápida
Eu: “gráfica rápida sim, santa milagreira, ainda não”…

RESUMINDO: Escaneei o logo em .bmp (vcs já imaginam a boa qualidade do negócio), o cidadão encostou no meu balcão e ficou dando palpites por cerca de 15 min até então “a arte ficar pronta”, logo do lado esquerdo, nome e telefone escritos em “arial black” e “futura” do lado direito (escolha do cliente)… tamanho 24 que é pra ficar “bem legível” (repito, vcs já imaginam a boa qualidade do negócio).

Quem mandou pedir .CDR? Isso é pior que jogar pedra na cruz e tudo que é ruim acontece pra quem pede.

 E pensar que ainda existe…

 “Enviando uma arte para o fornecedor em Illustrator

Atendimento fornecedor: oi, recebi o arquivo, mas acho que vc mandou errado
Eu: errado? vc não pediu em vetor?
Atendimento fornecedor: isso, em vetor, preciso dele em vetor, vc mandou em illustrator.
Eu: mas é um vetor.
Atendimento fornecedor: então espera ai, vou falar com o mocinho da arte.

minutos depois…

Atendimento fornecedor: oi, então desculpe… não é em vetor… é em corel.

 O atendimento e o chiclete…

 Mais uma para a coleção dos atendimentos com suas escalas Pantone diferenciadas.

“Agência cria modelo de convite de casamento para um de seus clientes onde havia a caricatura dos noivos, floral, etc… O fundo do convite tinha um tom de marrom e os detalhes e letras estavam em dourado…

eis que chega a bendita alteração….

ATENDIMENTO: ficou muito bom, o cliente adorou a idéia das caricaturas e da faca de corte… vai ficar muito diferente… a única alteraração é nas cores do fundo do convite…
CRIATIVO: tranquilo.. isso é o de menos.. manda!
ATENDIMENTO: O cliente quer um degradê de rosa babaloo para rosa marisco…

Que diabos é rosa babaLoo e rosa marisco????

 Curtinha…

 … Porém GENIAL.

“Após mandar o layout de anúncio para um cliente, recebemos por e-mail a seguinte resposta, encaminhada pelo atendimento:

Cliente: Atendimento, favor alterar ‘plano’ para ‘PACOTES’. Em anexo, segue as fontes PRAXIS em arquivo do word, pois eles exigem que seja feito nesta fonte. No mais está ok. Favor alterar e enviar para aprovação.

Em anexo ao email, um arquivo do word, com o seguinte texto:

A – B – C – D – E – F – G ……….

 Jura?.

 “Sexta-Feira, 22 de Janeiro de 2010
Chego para trabalhar hoje de manhã e sou abordado logo cedo no msn”

Atendimento: “O estagiário já chegou?”
Eu: “Não, não chegou.”
Atendimento: “Acho que você pode me ajudar, então…”
Meu pensamento: Medo, muito medo.
Atendimento: “O Cliente ligou e me perguntou em qual software foi feito aquela Apresentação em Flash? Você Sabe?”
Eu: “Flash?”

Meu pensamento: entrando em curto circuito.

Eu: “Foi feito no Flash.”
Atendimento: “Apresentações no formato flash, são feitas no flash?”
Eu: “Sim.”

Meu pensamento: Booooooooooooooooooooom!!

O design e a responsabilidade social


  

Matéria da Revista ABC Design . Dedico ao meu namorado… Bom saber que tem gente trabalhando por causas nobres… ainda… 

 Grande parte dos designers gosta muito de ultrapassar os limites do computador e ir explorar a arte na rua, nossa conhecida e querida street art. Pintar muros, colar adesivos, brincar com intervenções. 

Usando essa linguagem, o designer alemão, Thomas Lupo, criou um projeto de inclusão social que ele aplicou recentemente com as crianças do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte. 

 Durante 112 dias, Lupo produziu com as crianças trabalhos usando variados meios como caixas de papelão, revistas, tecidos e papéis velhos. Ele também ensinou como fazer as pinholes, e as crianças puderam fazer experimentos independentemente, documentando o seu redor, o que resultou não só em um valor artístico grande como, mas também em uma experiência significativa para elas. 

O resultado do projeto é um livro fotodocumentário, chamado Pra Fora/Outward, de 400 páginas, que mistura ilustração, registros dos processos e os trabalhos feitos com as crianças. No entanto, esse trabalho ainda não conseguiu sair do protótipo por falta de um patrocínio e de uma editora brasileira disposta a publicar esse material tão bacana.

 Tomas Lupo, que é um design já premiado com oito prêmios internacionais, inclusive um Ouro em Cannes em 2008 e na ADC (ArtDirectorsClub Nova York/EuropaAlemanha), contou para gente melhor um pouco do projeto e seus planos futuros com ele.

 

 O que te levou a fazer esse projeto?

 Há um tempo atrás, quando fui à Índia e ao Cambodia, visitei crianças em orfanatos. Essa experiência mudou meu coração e meu jeito de ver o mundo e quanto tive a oportunidade, fiz esse projeto no Brasil. Meu objetivo era usar a arte como forma de ajudar crianças desprivilegiadas dando lhes uma oportunidade de se expressarem num mundo em que ninguém as escuta. 

  

 

Qual era seu objetivo com essas crianças?Meu objetivo era dar uma voz às crianças usando a arte porque é um tipo de linguagem que todo mundo pode entender. Dar esse “dar a voz” aconteceu em três etapas. Primeiro eu fui e tentei fazer com que eles encontrassem sua própria criatividade, deixando que elas se expressassem. Foi bem interessante ver como a criatividade deles ia se desenvolvendo. No começo eles não queriam se expressar, por se achavam incapazes.

No segundo passo, eles deveriam expressar-se criativamente pelas suas ruas, no caso, por meio da street art. Todo mundo que passava pela área podia reconhecer o que eles estavam fazendo, “ouvindo” o que eles tinham para dizer. O terceiro passo foi criar o livro que eu quero publicar, mostrando essas crianças com uma linguagem moderna. Minha intenção não era mostrar crianças pobres numa área pobre, mas mostrar o potencial criativo que eles têm. É preciso dar para eles um melhor futuro, porque o talento deles está “chorando” por investimento, e as almas deles pedindo para que as pessoas as escutem. 

Como os micreiros prejudicam os designers?


Fazendo minhas pesquisas diárias sobre a minha vida (que é o design), descobri um site bem bacana e uma matéria mais bacana ainda que segundo o próprio autor do site deu pano pra manga, ou seja, fez sucesso e rendeu muitos comentários. Estamos falando nada mais nada menos do que a discussão de sempre: design X micreiro (ou sobrinho como muitos costumam chamar). A matéria ou comentário nos atenta para um fator importante: Os micreiros não tomam o nosso espaço, pois não podemos ser comparados á eles. A nossa prestação de serviços não é a mesma e muito menos o nosso público. O valor cobrado assim como a qualidade do desenvolvimento e produto final NUNCA será o mesmo. Então, estamos reclamando do quê?

Confira a matéria e depois confira o site com outras “Designices” e não esqueçam de deixar suas opiniões =)

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Bem me lembro que durante meu curso superior de Design Digital alguns professores falaram e teve até um que deu um texto para ser interpretado, que atacava os micreiros (no texto eles chamavam “sobrinhos”) e basicamente falava que eles eram o pior terror para a profissão do designer. Pois é… E cadê a prova disso tudo?

Pra mim é tudo balela. Se eu estiver errado, então me prove com números. Os micreiros ficam lá, os designers ficam cá. Tem sempre um que fala “Ah, mas eles tiram meu emprego”. Tiram, é? Quantas vezes a Agência Click, por exemplo, contratou um micreiro pra fazer suas peças que concorreriam ao Cannes? A AlmapBBDO trouxe um grupo de micreiros pra conseguir a conta de algum cliente importante? A Editora Globo terceirizou micreiros pra fazer a identidade da revista X ou Y? Não, né? Então… Talvez o micreiro tenha feito por R$ 325,00 o site da papelaria que tem perto da sua casa (até porque eles não teriam os 2 ou 3.000 que você cobraria para fazê-lo). Talvez o sobrinho do amigo tio que sabe mexer no Corel Draw tenha cobrado R$ 8,50 pra fazer o cartaz de “Vende-se ovos” para a quitanda da amiga da sua tia. É com esses caras que você quer competir no mercado? É esse tipo de trabalho que você quer? São esses os caras que você compete numa entrevista? Ah, bom…

 Micreiros x Postura profissional: Quem (ou o que) prejudica mais a profissão?

Muitas vezes me questiono da posição do designer dentro de uma empresa. Sempre me lembro de um passado remoto, quando eu era office-boy, junto de outros oito ou nove adolescentes. Pra eles não bastava ser office-boy, também era necessário se portar como. Todas as gírias de periferia possíveis, roupas largas e extravagantes, boné de basquete norte-americano, pouca cautela pra falar… Enfim. E não era da natureza deles, não. Era algo que contagiava quem começasse a trabalhar lá (e também nas outras empresas dos prédios ao redor). Por que será que nenhum deles pegaria aquela vaga de auxiliar de escritório? Porque a vaga não é pra alguém assim. Ah, nada contra as vestimentas, não. Mas acredito que elas devam ser de acordo com o tipo de negócio que você trabalha. Nesse caso, uma seguradora, cheia de regras e de bancos importantes como clientes principais e um povo de terno sempre ao redor. Não esperava que os meninos fossem trabalhar de fraque, apenas não acho interessante ir vestido como se vai para o clube no final de semana praticar esportes. Ah, é evidente que não estou exemplificando baseado em funcionários numa agência ou empresa descolada, que permitem e promovem essa casualidade (extremamente saudável e indicada) na aparência.

Da mesma forma que os estagiários de todos os lugares que trabalhei que se comportavam como estagiários NUNCA foram efetivados.

Dúvidas: Será que não falta para a profissão se preocupar com a NOSSA postura profissional invés de fazer o mesmo pela postura de um micreiro que nem sabe porque ele não é designer? Quão contente um gerente de marketing fica com explicações do tipo “NÃO DÁ pra mudar porque estou usando uma referência direta aos estudos de gestalt do objeto da Deutscher Werkbund”? Inclusive tem gente que fica sem resposta se as frases prontas “Não dá”, “Não tem como” e “É impossível” sumirem da Língua Portuguesa. O designer precisa ser o solucionador de problemas, não o causador de outros.

Designers mendigos

Ocasionalmente pelo Orkut eu encontrei uma comunidade chamada “Designers mendigos”, onde na descrição tinham coisas como “Se você tem 22 anos, está formado e não tem perspectiva de comprar um carro por conta do salário aqui é seu lugar”. Ok, ok, sei que sou ranzinza pacas. Sei que até pode parecer engraçado, mas mesmo que algumas vezes isso possa ser verdade, quanto será que uma coisa dessas ajuda as pessoas de fora a olharem para a profissão de designer de maneira digna (já que nem quem é designer olha)? Engraçado é que não tem nenhuma comunidade de “neuro-cirurgiões mendigos”, nem “vendedores de loja de shopping mendigos”, nem “frentistas de posto de gasolina mendigos”, nem marketeiros, nem programadores. E a comunidade tá lá, com mais de mil e duzentas pessoas. A comunidade brasileira de tipografia que tem mais membros não passa da casa dos três mil, ou seja, um terço desse valor se identifica designer mendigo (claro, não necessariamente os membros dessa comunidade, só estou comparando os valores). É curioso pensar que não gostamos de micreiros porque eles sujam nossa profissão e denigrem nossos valores, mas se comparar a mendigos não tem problema, né?

Só pra fechar

Quero deixar bem claro que não sou satisfeito com o que o mercado paga para os designers. Tampouco acho que nem os clientes nem nossos chefes tratam nossa profissão com a seriedade que deveriam. Mas também acho que muito disso não se deve apenas aos micreiros, sobrinhos nem a toda a turma deles. Se a cabeça de quem faz parte do grupo “prejudicado” não muda, mais complicado ainda mudar o pensamento de quem está apenas assistindo de fora. Nos últimos três anos quantas entrevistas em programas de talk-show foram com designers que fizeram algo grandioso pela sociedade? Quantos projetos de melhorias para o país foram idealizados por designers? Quantos designers você conhece que se envolvem com projetos para ONGs ou OSCIPs? Pois é… Que coisa, não?
Corcorda? Discorda? Não tem problema. Se design é projeto, como diria o Mestre Alexandre Wollner, ele pode ser fortalecido pelas discussões.

Grafite ou Pichação?


Ainda muito discriminado, o grafite começa a ganhar status de arte e colorir os trechos acinzentados tão comuns às grandes cidades. Como ainda é muito confundido com a piichação, o grafite ainda recebe um tratamento um tanto quanto preconceituoso. Mas qual a diferença daquela arte, feita em muros, com tintas e sprays, de outras feitas em telas, também com tintas?

Qual a diferença entre grafite e pichação?

Muita gente os classifica como iguais, talvez por não compreender os desenhos e o mundo retratado pelos grafiteiros. Muitos pichadores, inclusive, são chamados assim, contribuindo para aumentar o preconceito com quem quer apenas colorir os muros e transmitir sua mensagem.

Os pichadores são considerados vândalos e não apresentam nenhum benefício com seus desenhos e nomes, causando apenas prejuízo e sujeira. O trabalho do pichador é mais concentrado nas letras  fazendo sempre a mesma assinatura para marcar por onde andaram. As cores são únicas, não havendo mistura na mesma sessão.

Já o grafite não tem a letra como foco, mas sim uma mistura que a envolve junto a desenhos e outras composições. Várias cores podem ser utilizadas no desenvolvimento dos painéis, que são compostos com tintas comuns (para fazer a base do desenho) ou em spray. Como envolve mais trabalho e consome mais tempo em seu desenvolvimento, os murais de grafite geralmente são feitos por mais de uma pessoa. As intervenções urbanas mais comumente chamadas hoje em dia, são consideradas uma dos 4 elementos que compõem a cultura Hip Hop, ao lado do break, do rap e dos DJs além de estar muito voltados para questões políticas e sociais.

Na maioria dos países grafite é crime, então os artistas evitam a exposição, porque podem ser presos.

Julieta é uma grafiteira mexicana. Seus desenhos são bem coloridos, delicados e alegres e como todo bom desenhista, a arte acaba ultrapassando os muros da cidade e se tranforma em vários objetos como quadros, toy arts e a pintura dos cômodos até tênis e shapes pra skate.  Ah eu qeuro uma parede assim pra mim >.<

Infelizmente não achei nenhum site pessoal dela.  Realmente é muito ruim artistas tão talentosos como ela, Os Gêmeos (que irei comentar sobre eles também em breve) e  muitos outros terem suas telas urbanas maravilhosas confundidas com simples rabiscos feitos por vândalos e marginais… Grafite é arte pra poucos.

Gráfica Minister utiliza a Heidelberg Printmaster GTO 52 em sua linha de produção


 

Gráfica carioca foi uma das vencedoras da edição 2005 do Prêmio Top 10 da Publish

A gráfica carioca Minister, eleita em 2005 como uma das melhores gráficas do país através do Prêmio Top 10 Graphics Awards Publish, promovido e realizado pela revista Publish, utiliza a impressora Heidelberg Printmaster GTO 52 em sua linha de produção. Com atuação no mercado promocional e editorial, a Minister, atende em sua área de impressão os três formatos mais utilizados no mercado com duas impressoras folha inteira Heidelberg Speedmaster CD 102 com verniz; uma quatro cores e uma cinco cores, todas com verniz em linha; duas impressoras meia folha Speedmaster SM 74; uma quatro cores e uma quatro cores com verniz em linha; além da Printmaster GTO 52, com quatro cores. Segundo o diretor de operações da gráfica, Ricardo Oliveira, a GTO 52 é específica para atender demandas com tiragens pequenas e médias. “É uma máquina versátil, com acerto muito ágil e fácil operação. Tem uma qualidade de impressão indiscutível e é um ótimo complemento para as tiragens grandes”, explica. Ainda segundo Oliveira, o custo-benefício da máquina também se destaca. Ela é vantajosa em vários fatores, pois o consumo e o custo das chapas são menores. Quanto ao formato, a variedade de tamanhos de papel que a GTO 52 pode processar possibilita que a gráfica use até algumas aparas das impressoras maiores para imprimir trabalhos. “Podemos pegar a apara de um trabalho de folha inteira e fazer cartões de visita, por exemplo. De uma maneira planejada, podemos também colocar dois trabalhos diferentes em uma mesma chapa. Assim, ela se torna ainda mais competitiva”, finaliza o executivo.

Perfil


 

Rubens Cantuni é um ilustrador italiano de 28 anos apaixonado por tatoos e pela cultura japonesa e ao contrário da maioria dos artistas que atuam nessa área, ele começou a desenhar bem tarde, depois de se formar em Desenho Industrial e a trabalhar em um estúdio de design.

 Um dia ele estava limpando seus arquivos no computador, viu vários desenhos que havia feito e decidiu abrir um site com seu portfólio e outro site que funciona mais como uma revista virtual sobre design e arte. A partir daí, além de ilustrações feitas diretamente no computador, ele produz peças a mão e vários outros produtos, como tênis, almofadas, quadros, pôsters, toy art e skins para iPod.

 Sua inspirações vêm tanto de outros designers, como o Tokidoki, e também da cultura japonesa, filmes, cartoons, street e pop art. Nos seus trabalhos ele gosta de misturar sensações diferentes e até mesmo contrárias como fofura e malvadeza ou diversão e perturbação. Seu tema favorito (e que mais marcam seu estilo) são suas gorduchas eróticas.

Site

Revista-Digital